sábado, 26 de março de 2005
Gosto do Bukowski. É um beatnick bêbado semi-impotente mas não tem vergonha. Para ele as mulheres são conas com pernas, boas para apalpar e foder. Não é como o Miller, que tem sempre de embrulhar as fodas em epigramas e divagações pseudo-filosóficas. Ou o Gutierrez, que disfarça o espírito fodilhão sob a capa do cubano balda e pobre. Não. O Bukowski é americano, é arrogante, é malcriado, é preguiçoso, é porco - e fode tudo o que lhe aparece à frente. E supõe-se que, no fim, arrota.
sexta-feira, 25 de março de 2005
Parada junto ao semáforo da Alexandre Herculano com a Braancamp. O sinal está amarelo e ainda posso passar, mas travo e páro. Ao meu lado param um taxista e outro tipo. Ela atravessa. Calças brancas de huri, muito largas, atadas em baixo nos tornozelos, seguras por um cordão amarelo à cintura. Blusa amarelo-dourado. Mamas. Saltos. RayBans. Deus!
Devo estar com cara de asno, porque ela olha-me fixamente ao passar à minha frente e ri-se.
Devo estar com cara de asno, porque ela olha-me fixamente ao passar à minha frente e ri-se.
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